É difícil passar um dia sem ler: “faltam pessoas capacitadas”. O país passa por uma fase de crescimento em vários setores e começa a encarar a falta de recursos humanos preparados para assumir posições estratégicas.O desenvolvimento de software chama a atenção. Em duas áreas importantes de sua aplicação, foram notificados eventos muito semelhantes: “em virtude da falta de pessoas”, haverá problemas no atendimento e no crescimento da demanda.
Torna-se importante chamar a atenção para o engenheiro de software. Há quem diga que ele é desnecessário, que as habilidades não se relacionam às técnicas modernas. Há aqui dois equívocos graves.formação básica. Ter fundamentações teóricas antigas não indica obsolescência, pois sua função como gestor tecnológico é básica. Com isso, tal formação é necessária, pois não é coerente se afirmar “moderno” sem ter uma base de conhecimento. O segundo é a pressão do mercado.
O engenheiro de software é um profissional de presença crítica. Ele tem condições de montar e manter o processo com conhecimento para não produzir soluções aplicáveis apenas a um contexto momentâneo.
Assim sendo, a formação que buscamos é a de um profissional que entenda o desenvolvimento tecnológico, adicionando à competência de gerenciar um processo crítico. Sua formação contempla, portanto, o amplo domínio técnico, somado às capacidades que o levarão a compreender todos os cenários de aplicação do software.
Na próxima segunda-feira, dia 13 de fevereiro, o professor Jamil, acompanhado do coordenador do curso Fernando Zaidan, estarão no IETEC, para um workshop gratuito. Mais informações e inscrições, acesse Seminários.